Quebra-pedra é Phyllanthus niruri

O termo quebra-pedra (também popular as designações arrebenta-pedra e erva-pombinha) é a designação comum a várias plantas do gênero Phyllanthus, da família das euforbiáceas, comummente utilizada em chás caseiros para dissolver cálculos.

Quebra-pedra é uma planta medicinal que também é conhecida como Pimpinela branca, Saxífraga, Arranca-pedras, Quebra-panela, Conami ou Fura-parede, e que traz benefícios para a saúde como:

Tratar e prevenir pedras nos rins e aliviar os sintomas de dor;
Prevenir pedras na vesícula;
Aliviar os sintomas da azia;
Melhorar a prisão de ventre;
Controlar a glicemia;
Combater infecções no fígado, como hepatite B;
Combater câncer de pulmão e mama;
Atuar como antioxidante.





O nome científico da quebra-pedra é Phyllanthus niruri, e ela pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e feiras livres.

Propriedades medicinais:

Adstringente, analgésica, antagonista endotelino, antisséptica, antiblenorrágica, antidiarreica, antiespasmódica, anti-hipertensora, anti-hipercolesterolêmica, anti-hepatite B, anti-hepatotóxica, anti-inflamatória, anti-hidrópica, antilítica, anti-infecciosa das vias urinárias, antinefrítica antisséptica, anti-ictérica, antidiabética, antitumoral, anticancerígena, antivirótica, aperiente, citostática, desobstruente, diurética, estomáquica, febrífuga, hepatoprotetora, hipoglicêmica, inibidora ACE, inibidora da transcriptase reversa do HIV, litogênica, purgativa, relaxante, sedante, sudorífica, tônica, vermífuga.

Indicações:

Ácido úrico, afecções urinárias, da pele, da boca e da garganta, afecções da próstata, afecções do fígado, albuminúria, amenorreia, analgésica, areias e cálculos renais, catarros vesicais, cistite, cólica renal, contusões, diabetes melitus com polineruropatia, disenteria, edemas, eliminação de urólitos, emético, febre palustre, feridas, gangrenas, gota, hemorragias, hepatite B, hipertensão arterial, icterícia, inapetência, infecções pulmonares, inseticida de pulgas e piolhos, litíases renais, problemas na próstata, relaxante muscular, úlceras, verrugas.



Como usar

As partes utilizadas da quebra-pedra são a flor, a raiz e as sementes, que podem ser encontradas na forma desidratada ou como tintura. Para obter os benefícios dessa planta, deve-se consumir 3 xícaras do seu chá por dia ou 15 gotas da tintura, que devem ser tomadas 3 vezes por dia.

Como preparar o chá

Para preparar o chá de quebra-pedra, deve-se utilizar 4 g de folhas ou 1 colher de sobremesa para cada xícara de água. Durante o preparo, deve-se adicionar a quebra-pedra na água em ponto de fervura, tampar o recipiente por 5 a 10 minutos, coar e tomar a bebida morna, de preferência sem utilizar açúcar.

Contraindicações

O chá de quebra-pedra está contraindicado para crianças menores de 6 anos e para mulheres grávidas ou que amamentam. Além disso, não se deve tomar este chá por mais de 3 meses seguidos, devendo-se dar uma pausa de pelo menos 2 semanas antes de recomeçar o tratamento com a quebra-pedra.

Pessoas com alergia a plantas do gênero Phyllanthus também não devem fazer uso. Abortiva e purgativa em altas doses. Pode ser tóxica em doses muito elevadas. O uso prolongado (mais de 21 dias seguidos) ou em altas doses provoca desmineralização do organismo.



Os tratamentos com chás medicinais, embora muito usados pela população, nem sempre tem o aval da medicina tradicional, especialmente se não houver vários estudos que comprovem os benefícios esperados desse uso. O chá de quebra-pedra já foi aprovado por diversas pesquisas como sendo benéfico aos rins, por sua propriedade diurética, sendo aceito pela maioria dos médicos como ótimo coadjuvante nos tratamentos. Apesar disso, quanto ao fato de eliminar ou desmanchar cálculos renais, ainda não há um consenso por parte dos profissionais, sendo que alguns não admitem o tratamento de problemas renais com chás medicinais, enquanto outros, acreditam que o chá pode prevenir a formação desses cálculos, se administrado de forma correta, mas não acabar com eles.

Segundo esta ideia, o chá evita o agrupamento de cristais de cálcio que se unem para formar os cálculos renais, mas, quanto à desmanchar as “pedras” ou expeli-las, não existe comprovação científica e os nefrologistas costumam alertar para o risco desse tipo de tratamento, que pode aumentar a dor quando existe um cálculo obstruindo o canal que liga a bexiga aos rins. Beber líquidos, tanto água quanto chás em excesso, não garantirá que esse cálculo se mova, portanto, não é aconselhável.



Fontes bibliográficas:

http://www.plantasquecuram.com.br/

http://www.remedio-caseiro.com/

http://www.tuasaude.com/

https://pt.wikipedia.org